Aparelho Psíquico

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Aparelho Psíquico 作者: Mind Map: Aparelho Psíquico

1. Extremidade Sensível

1.1. Recebe as percepções: sistema que recebe estímulos perceptivos -> outro sistema transforma a excitação momentânea em traços mnêmicos (permanentes)

1.1.1. Os traços mnêmicos fariam parte da instância denominada inconsciente.

1.1.1.1. Ideias são investimentos - de traços mnemônicos, no fundo -, enquanto os afetos e sentimentos correspondem a processos de descarga, cujas expressões finais são percebidas como sensações.

1.1.1.1.1. os sentimentos são apenas o modo como a consciencia percebe as descargas de afetos incoscientes.

2. Extremidade Motora

2.1. Comportas da motilidade

2.1.1. Pré-consciente tem a chave da atividade motora.

3. Memória

3.1. Não conserva só o conteúdo que chega pela percepção, mas também uma associações de traços Mnêmicos, a partir de uma possível simultaneidade: Nossas percepções também se mostram ligadas entre si na memória, sebretudo segundo seu encontro na simultaneidade, ocorrido no passado. Chamamos esse fato de associação.

3.2. Memória é ponto de origem do psiquismo, já que sua fundação se dá pela inscrição de um traço mnêmico.

3.3. Marcas que se associam produzindo um encadeamento representativo, PENSAMENTO INCONSCIENTE que rege toda economia psíquica.

4. Inconsciente

4.1. Não têm acesso a consciência, exceto pelo pré-consciente_ por alterações.

4.2. Se constitui pelos traços mnêmicos, resíduos da percepção, de forma que o próprio sujeito se constitui pela memória.

4.2.1. Marcas que se associam produzindo um encadeamento representativo, PENSAMENTO INCONSCIENTE que rege toda economia psíquica.

4.3. Modo de funcionamento próprio, uma lógica diferente da consciência, e constitui nossa realidade psíquica.

4.4. Propriedades do sistema incosnciente

4.4.1. O inconsciente consiste de representantes pulsionais coordenados entre si, que coexistem sem influência mútua, não contradizendo uns aos outros.

4.4.2. AUSÊNCIA DE CONTRADIÇÃO: As representações pulsionais não contradizem umas às outras, o que equivale a dizer que no incosnciente vigora a lógica do paradoxo_ Não há contradição.

4.4.2.1. a alteridade é íntima, nos habita e nos constitui.

4.4.3. Não há negação, não há dúvida nem graus de certeza. Tudo isso é trazido apenas pelo trabaçho da censura entre Ics e Pcs

4.4.3.1. Existem apenas conteúdos mais ou menos investidos em busca de descarga.

4.4.4. Há mobilidade nos processos de investimento, ou seja, a energia é livre podendo circular entre as representações.

4.4.5. ATEMPORALIDADE: Os processos do sistema inconsciente são atemporais, isto é, não são ordenados temporalmente, não são alterados pela passagem do tempo e não têm nenhuma relação com o tempo.

4.4.6. Os processos do inconsciente não são regidos pela realidade externa; são sujeitos ao princípio do prazer. Seu destino depende apenas de sua intensidade e de cumprirem ou não as exigências da regulação prazer-desprazer

4.4.6.1. Princípio do prazer

4.4.6.1.1. se empenha em ganhar o máximo de prazer com o mínimo de desprazer, sem qualquer entrave ou limite.

4.5. O inconsciente se faz presente, sem, contudo, ser reconhecido.

4.6. Vigora o PROCESSO PRIMÁRIO, o afeto que está originalmente ligado a uma representação recalcada

4.7. verdade psíquica e não de realidade externa, factual. Ela não é um simples registro do mundo externo, mas sim uma apropriação da percepção, um investimento que requer invenção, significação e recriação

4.7.1. fantasia inconsciente.

4.8. Isso

4.8.1. Sonhos

4.8.2. Formação dos sintomas

4.8.3. abriga os representantes da pulsão, carregados de afeto, de intensidade, de energia psíquica

4.8.4. Vigora o princípio do prazer

4.8.5. seu funcionamento não é regido pela realidade externa, pelo tempo cronológico ou pela negação

4.8.6. energia se mantém live, não se fixando a nenhuma representação, o que possibilita deslocamentos e condensações.

4.8.6.1. Energia móvel e passível de descarga, de onde advêm os deslocamentos e condensações que não levam absolutamente em consideração a qualidade do que é investido, pois o Isso não conhece juízo de valor, não conhece nem bem nem mal, não conhece moral

4.8.7. Investimentos pulsionais que exigem descarga, isso é tudo que há no Isso

4.9. EU

4.9.1. Parte inconsciente.

4.9.2. Fundação

4.9.2.1. relação estreita com o mundo externo (pelo sistema perceptivo)

4.9.2.1.1. surgimento, durante seu funcionamento, do fenômeno da consciência.

4.9.3. assume a tarefa de representar o mundo externo ao Isso

4.9.3.1. Fazer valer a influencia do mundo externo sobre o Isso.

4.9.3.2. No esforço de mediação entre o Isso e a realidade, muitas vezes o Eu reveste os mandamentos inconscientes do Isso com suas racionalizações, disfarçando os conflitos do Isso com a realidade, fazendo crer, com diplomática dissimulação, que leva em consideração a realidade

4.9.4. principio da realidade a cima do pricinpio do prazer.

4.9.4.1. Tentativa absolutamente fracassada, pois, como já vimos, a realidade externa não vigora enquanto realidade psíquica.

4.9.5. Está a serviço do Isso.

4.9.5.1. observa o mundo externo para dele obter a satisfação impossível de ser alcançada no próprio psiquismo e cumpre sua função quando descobre as circunstâncias em que a satisfação pode ser alcançada da melhor maneira possível. Porém, o Eu não é senhor nessa decisão, pois os trilhamentos inconscientes, vias preferenciais de passagem de novas excitações, coordenadas de prazer, dirão onde, por meio de quais objetos é possível àquele sujeito obter alguma satisfação. Aqui os traços mnêmicos são colocados em cena e um trabalho de pensamento, que só é possível pela memória inconsciente, se dá à revelia do Eu.

4.9.6. o Eu se vê submetido a três senhores severos e tirânicos: o mundo externo, o Isso e o Supereu_

4.9.6.1. Fazendo grande esforço para obedecê-los, e em situação de perigo, reage produzindo angústia

4.9.6.2. Por sua origem, a partir das experiências do sistema perceptivo, ele é destinado a representar as exigências do mundo externo, mas também quer ser fiel servidor do Isso, recomendar-se como objeto, atraindo para si sua libido.

4.9.6.2.1. Libido é um temo utilizado por Freud para designar a energia psíquica. A libido é uma energia sexual, pois advém do laço com o outro, como pudemos ver desde a fundação do psiquismo. Sexual em psicanálise tem o sentido amplo de referir-se a todo laço amoroso, não se restringindo ao ato sexual estrito senso.

5. Censura

5.1. Cada representação passa para chegar a consciência.

5.2. Representação mnêmica passa por grandes alterações, para não ser reconhecida pela consciência.

5.3. produz deformações, alterações no conteúdo inconsciente.

5.3.1. vias de alterações

5.3.1.1. sonhos

5.3.1.1.1. condensação

5.3.1.1.2. deslocamento

5.3.1.1.3. A consciência terá acesso a um material distorcido que vem revelar e velar algo da memória inconsciente.

5.3.1.2. NEGAÇÃO

5.3.1.2.1. conteúdo recalcado de uma ideia pode abrir caminho até a consciencia sob a condição de ser negado.

5.3.1.2.2. , uma forma de tomar conhecimento do recalcado sem precisar aceitá-lo e se haver com ele.

6. Recalque

6.1. retorno ao aparelho psíquico, que nega a entrada da ideia na consciência.

6.2. regressão no interior do aparelho psíquico que se articula ao princípio do prazer em uma tentativa de satisfazer-se no interior do aparelho_não visando ao mundo externo_ e evitando qualquer possibilidade de desprazer.

6.2.1. forma imediata de aliviar a tensão

6.2.1.1. pode gerar desprazer, pois ao retornar ao psiquismo ele encontra desamparo, porque o objeto da suposta satisfação não está mais lá, só restaram suas marcas

6.3. e apenas a ideia é passível de recalque, pois o afeto mantido livre associa-se a outra representação ou é transformado em angústia, chegando à consciência ainda que deslocado da ideia originária ou qualitativamente transformado.

6.4. negação é a marca do recalque, um mecanismo de defesa.

6.4.1. a negação é um levantamento do recalque, uma forma de tomar conhecimento do recalcado sem precisar aceitá-lo e se haver com ele.

7. Pré-consciente

7.1. Guarda o registro do que é passível de se tornar consciente._ Um estado psíquico que chega a pré-consciência ainda não é consciente.

7.2. Chave da atividade motora.

7.3. Submete ao material inconsciente a uma crítica resultando em uma exclusão da consciência._ instância crítica.

7.4. íntima relação com a consciencia.

7.5. guia nossa vida de vigília e decide sobre o nosso agir consciente, voluntário, estando situada na extremidade motora.

7.6. é a memória a que temos acesso ao direcionar nossa atenção.

7.6.1. memória sustentada em vestígios da memória inconsciente e profundamente marcada pela distorção.

7.6.1.1. não tem seu caráter radical de fundação e estruturação no psiquismo.

7.6.1.2. mesmo sem conhecimento ganha o estatuto de ato

7.6.1.2.1. memória impregnada na própria experiência.

7.6.1.2.2. Dimensão de memória viva, que constitui um sujeito, que é ao mesmo tempo efeito dela e responsável por ela.

8. Processo primário

8.1. se opõe ao processo decundário

8.2. a energia é livre, podendo circular entre diferentes representações, possibilitando os processos de deslocamento e condensação.

9. Resistência

9.1. Um estado psíquico que chega a pré-consciência, só se torna consciente quando ultrapassa a resistência.

9.2. Menos rigorosa que a censura_ mais frágil.

10. Processo secundário

10.1. próprio dos mecanismos conscientes, trabalha com fixação, ligando afeto e representação como se fossem dois lados de uma mesma moeda

11. Consciência.

11.1. aproxima a consciência do sistema P, dizendo que ela “é excitável por qualidades e incapaz de conservar marcas de alterações, isto é,desprovida de memória”, e ainda, que o aparelho psíquico que está voltado para o mundo externo com os órgãos sensoriais (P), “é ele próprio mundo externo para o órgão sensorial da consciência”.

11.2. Principio de realidade

11.2.1. modificaria o principio de prazer, impondo-lhe as restrições necessárias para adaptação à realidade externa. _Representar o mundo externo junto ao psiquismo é importante, pois sem considerar esse ingente poder exterior, não escaparia a destruição, no cego afã de satisfação pulsional.

11.2.1.1. Salvaguarda o principio de prazer, pois considera o mundo externo para nele encontrar vias de satisfação.

11.2.2. regula o funcionamento da cosnciencia e a ela caberá a tentativa de conciliar o mundo externo com as exigencias psiquicas.

11.3. Supereu

11.3.1. instância, que se separa do Eu para observá-lo, criticá-lo e puni-lo,

11.3.2. a consciência é uma de suas funções, juntamente com a auto-observação indispensável para a atividade judicativa da consciência

11.3.3. . O Eu pode, então, tomar a si mesmo por objeto, observar-se, criticar-se, e fazer sabese Deus mais o que consigo mesmo.

11.3.4. se edificado a partir do Eu, o Supereu goza de certa autonomia, persegue seus próprios objetivos e tem energia independente do Eu

11.3.4.1. Energia que advém do Isso e que também serve às suas exigências de satisfação.

11.3.5. Observa cada passo do EU, e lhe impõe determinadas normas de conduta, sem considerar o Isso e o mundo externo, punindo-o com tensos sentimentos de inferioridade e culpa.

12. .

12.1. Eu, Supereu e Isso muitas vezes se acham fundidos, só podendo distingui-los quando há um conflito entre eles.