Percepções

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Percepções por Mind Map: Percepções

1. Manter atento : as questões de usabilidade

2. Relacionamento que o público espera de nós:

2.1. Inteligência artificial do chat bot humanizado.

2.2. Plataforma

2.3. A comunicação com o público é totalmente de conexão e relacionamento com a sua realidade e dores.

3. Ser agentes de transformação de assistência virtual na web para deficientes visuais.

4. o que queremos:

5. Cultura

5.1. Princípios por trás do Manifesto Ágil

5.2. Todos assistirem janelas da alma

5.3. Projeto guarda chuva

5.3.1. Projeto que dá vários desdobramentos

5.4. Lembrar o conceito central do projeto

5.4.1. Criar aqui o manifesto do conceito , missão visão valores , etc

5.4.1.1. Relação de proximidade da autora do projeto com os deficientes visuais por ter baixa visão subnormal

5.4.1.1.1. Oi kabum e inquietação da Carol por entender o percepctivo imagetico e sensorial , corporal e crítico de portadores de deficiência visual

5.4.1.2. Ideia inicial ensaio fotográfico

5.4.1.2.1. Inquietação da percepção e resíduo visual da autora com ceratone, embaçamento , fotofobia , falta de profundidade de campo , estrabismo , secura nos olhos , irritação , inchaço.

5.4.1.2.2. Ensaio fotográfico Percepções foi exposto no Brasil em galerias.

5.4.1.3. De ensaio fotográfico desdobrou para pesquisa e projeto

5.4.1.3.1. Pesquisa desde 2013 por entender a perspectiva perceptual deste público alvo.

5.4.1.3.2. Oi Futuro ações incubadoras e associação de imagem comunitária incubou o projeto Percepções.

5.4.1.3.3. Pesquisa ,reescricao do projeto , estudo do livro Baixa visão e Cegueira ,os caminhos para reabilitação e inclusão, relatórios. Pesquisa em campo

6. Processo criativo

6.1. Desing Think - Duplo diamante

6.1.1. Etapa 1 - Pesquisa

6.1.2. Etapa 2 – Insights e Briefing

6.1.3. Etapa 3 – Desenvolvimento

6.1.4. Etapa 4 – Protótipo e Entrega

6.2. OKR

6.3. Scrum

6.4. Kanban

6.4.1. A fazer

6.4.1.1. Definir prazos, metas, reuniões e sprints

6.4.1.2. Gerar repositório com todas soluções de acessibilidade digital encontradas

6.4.1.3. Site/App simples, funcional para testes

6.4.1.3.1. Aplicar meios de acessibilidade ao site/app

6.4.1.3.2. Integrar chatbots/assistentes de voz ao site/app

6.4.1.4. Fazer matriz swot e mapa dos stakeholders Carol swot e carol Guilherme acionistas

6.4.2. Fazendo

6.4.2.1. Curadoria de meios para acessibilidade digital

6.4.2.2. Organização do material do Percepções em plataforma digital

6.4.2.3. Estudar as informações sintetizar os dados , arquivar Frederico e carol

6.4.2.4. Estudo sobre W3C regras de acessibilidade

6.4.2.5. Estudar tecnologias assistivas virtuais

6.4.2.6. Estudando diretrizes assistenciais e configuração de acessíbilidade

6.4.3. Feito

7. Fa.vela

7.1. Mentorias

7.1.1. Individuais - Carol

7.1.1.1. Assunto/data

7.1.1.1.1. Insigths

7.1.1.1.2. Materiais complementares

7.1.1.2. Assunto/data

7.1.1.2.1. Insigths

7.1.1.2.2. Materiais complementares

7.1.2. Em grupo

7.1.2.1. Assunto/data

7.1.2.1.1. Insigths

7.1.2.1.2. Materiais complementares

7.1.2.2. Assunto/data

7.1.2.2.1. Insigths

7.1.2.2.2. Materiais complementares

7.2. Prazos

7.2.1. Canvas e MVP plataforma dia ~ 17/10/20

7.2.2. Entrega 14/11/20

7.3. Materiais e modelos disponibilizados

7.4. Site entrega favela diretrizes : WCAG 2.0

7.4.1. Perceptivo

7.4.2. Operavel

7.4.3. Compreensível

7.4.3.1. Google acessibilidade web

7.4.3.1.1. Certificação a expressão da interface do usuário de forma robusta, que funciona com uma variedade de tecnologias assistivas.

7.4.3.1.2. Consideramos o design visual e analisar algumas técnicas para tornar os elementos visuais da interface tão flexíveis e úteis quanto possível.

7.4.4. Robusto

7.5. W3C será nossas diretrizes

7.5.1. Incorpora as deficiecias visuais em conjunto com outras.

7.6. Manual leitor de tela ver se iremos usar no processo

7.6.1. Recomendável acesso para cegos

8. Eventos/workshops conectados

8.1. 7 bilhões de pessoas contém deficiência visual segundo a CBO e censo do IBGE

8.2. Reunião dia 29 com médicos sobre o tema de acessibilidade irei pegar ideias para o grupo e projeto.

8.3. Acesso , informação e conscientização de pacientes

8.4. Conscientização diagnóstico e tratamento

8.5. Diagnóstico precoce

8.6. Melhorar as políticas públicas de acesso

8.7. Oftalmologia não está nas bases de referência da saúde centros de saúde

8.8. Teleorientacao

8.9. O deficiente visual quer ser visto como agente transformador e integrador da sociedade

9. Oficinas de fotografia , dança e artes visuais

9.1. Neurociência percepção fisiológica e química biológica do olho humano

9.1.1. Pesquisa , artigos embasou todo o projeto

9.1.2. Toda metodologia pensada era perceptual usava texturas , contato , expressão e pensamentos, sentimentos

9.2. Teoria da Percepção semiótica de Lúcia Santaella

9.3. Processos Compensatorios de Lev Vigoskty

9.4. Relação do olho com câmera fotográfica e dispositivos muito parecidos.

9.4.1. Estudo da acuidade visual ( baixa visão e cegueira

9.4.1.1. Entendimento das doenças visuais e doenças relacionadas

9.5. O olhar metafórico

9.6. Estudo analítico de estimulação visual , orientação e mobilidade ,nervo óptico , adaptação , cegueira e visão subnormal.

10. Público alvo mudou diversas vezes

10.1. Metodologia presencial

10.1.1. Pandemia: online

10.1.2. Palestras e exposições

10.1.2.1. Eram uma ideia inicial - presencial

10.1.3. Reuniões com médico da área de oftalmologia - discurssoes sobre a metodologia e o projeto

10.2. De crianças com baixa visão , pessoas com deficiência visual a portadores de baixa visão de novo

10.3. Acessíbilidade e inclusão:

10.3.1. As limitações oftálmicas e espaciais , e externas devem ser vistas como potencializador da expressão criativa de pessoas com deficiência visual

10.3.2. É direito da pessoa portadora de deficiência visual estar inserida na sociedade como pessoa pensante , que crítica analisa , cria

10.3.3. Desrrupcao entre o que é aceito como visão e o que não é

10.3.4. Como adaptar o projeto Percepções para estas pessoas?

11. O enxergar e ver por perspectivas internas sensoriais , corporais , presenciais e perceptivos

11.1. A limitação visual como um potencializador da expressão criativa de portadores de deficiência visual ( baixa visão e Cegueira)

11.2. Estimulação , adaptação , sentir e se orientar.

11.3. Os portadores de deficiência visual não são incapazes em suas ações, mas possuem uma limitação

11.4. Entender a limitação é o ponto de partida , e demostrar que as tecnologias e recursos assistivos podem sim fazer parte da rotina de uma pessoa com deficiência visual.

11.5. o ensino e a educação devem ser acessíveis e conectar com as pessoas com a deficiência visual

11.5.1. A linguagem deve ser abordada da forma que este público precisa

11.5.1.1. Linguagem adaptativa , sensorial , perceptual

11.6. Reesignicacao do olhar, câmera fotográfica e perspectiva do horizonte externo mais apurado e sensível , o interno aqui perpassa o ângulo de foco externo.

12. Parceiros que temos em 2020

12.1. Associação de Cegos de Santa Luzia

12.2. Flávio

12.3. Problemas:

12.3.1. Pandemia tudo fechado

12.4. Lugares que liguei no início do projeto para fazer parcerias e conhece o projeto:

12.4.1. Hospital das Clínicas de MG , Instituto São Rafael , Associação de Cegos Louis Braille , APAE , Associação Crepúsculo de deficiências físicas , motoras , mentais e síndrome de dow e Hilton Rocha

13. Oficinas realizadas na Oi Kabum

13.1. Métodos perceptivos e criativos na oficina

13.2. A oficina seria na associação de cegos e desloquei ela para a oi kabum por causa dos materiais disponíveis na oi kabum

13.3. Nisto comprei materiais separei texturas , grãos , macarrão ,folhas montei as aulas , fui no plug Minas para dar lanche e almoço para eles , Comprei em duas gráficas papéis , lápis , tesoura , cola , e também fui montando as aulas

13.4. Criei uma trilha sonora para a oficina que tinha sons psicodélicos tanto para dança quanto para o exercício de escuta sensorial

13.5. Olhei salas para ter espaço para oficina

13.5.1. Sala de dança em um auditório com caixa de som alta e espaço para deslocamento , onde os meninos pudessem andar segurando a parede em algumas horas

13.5.2. Sala de artes visuais para colagem , desenho, introdução as oficinas com Pc para eu explicar em voz alta

13.5.3. Auditório para a introdução de técnica de fotografia com o monitor de fotografia Bruno Amarantes

13.5.3.1. Lembrando que nas oficinas de fotografia os rapazes calculavam o rosto das pessoas com as mãos , voz , localização onde a pessoa estava.

13.5.4. Espaço externo da Oi Kabum para fotografia de campo , toque , contato com os objetos , árvores e pessoas

14. Análise Swot Percepções

14.1. Força

14.1.1. Relação do projeto com a autora

14.1.1.1. O usuário terá conexão maior com o projeto

14.1.2. Relação da autora com os público: portadores de deficiência visual

14.1.2.1. Oportunidade :

14.1.2.1.1. Novo Tópico

14.1.3. Metodologia do projeto Percepções traz a relação com o sensitivo , o imagetico interno, a compensação da perda

14.1.3.1. Oportunidade

14.1.4. O projeto foi aprovado em instituições de renome.

14.1.4.1. Oportunidade

14.1.4.1.1. Passará confiança a stakeholders

14.1.5. Tivemos parceria com a oi futuro no início do projeto

14.1.5.1. Oportunidade

14.1.6. O ensaio fotográfico Percepções rodou regiões do Brasil

14.1.6.1. Oportunidade

14.1.7. O projeto tem cd , artigo , pesquisa de economia criativa e agora uma plataforma acessível a portadores de deficiência visual

14.1.7.1. Oportunidade

14.1.8. Carol já apresentou sua pesquisa para a comunidade acadêmica , médicos do HC MG , Hilton Rocha , APAE e comunidades assistencialistas visuais.

14.1.8.1. O projeto está se consolidando e constante mudando.

14.1.8.2. Oportunidade.

14.1.9. Psicólogos e médicos , artistas elogiaram o projeto em congressos que eu ia

14.1.9.1. Oportunidade

14.1.10. Professores da área de orientação e mobilidade , acessíbilidade e inclusão já viram o projeto

14.1.10.1. Oportunidade

14.1.11. O projeto promove acessibilidade a todos os deficientes visuais

14.1.11.1. Oportunidade

14.1.11.2. Terá acesso maior e mais qualificado a editais de acessíbilidade e inclusão, startups de pesquisa nesta área e abordagem.

14.1.12. A estrutura da equipe cresceu.

14.1.12.1. Oportunidade

14.1.12.1.1. Terá crescimento institucional e perspectivas maiores de marca e de mercado.

14.1.13. Está inserido na transformação digital.

14.1.13.1. Oportunidade

14.1.14. Novo Tópico

14.1.15. Novo Tópico

14.1.16. Novo Tópico

14.1.17. Novo Tópico

15. Oficinas realização

15.1. Danca

15.1.1. Contato e improvisação , toque , escuta por voz , sensorialide , confiança no corpo do outro e escuta de sons diversos

15.1.1.1. Estimulação por palma , grito , sons , música , direção por toque , direção do corpo , espaço , local ,objeto

15.2. Colagem

15.2.1. Sentir , perceber todas as texturas que estavam na mesa grãos , barbantes , folhas , macarrão , laço para criar a própria textura. Passei referência de artistas que trabalham com colagem.

15.3. Desenho abstrato

15.3.1. Falava as cores dos lápis , onde estava os objetos , deixava todos na localização rente as eles , direcionava por voz sempre , dava nas mãos e sempre precisava existir contato e direcionamento espacial.

15.4. Técnicas de fotografia iniciais

15.4.1. Conhecimento da câmera fotográfica módulo básico: vídeo do que é descrito como visão , vídeo do doc janelas da alma , manejo de câmera e a mexer com funções como : velocidade do obturador , sensibilidade do ISO , abertura do diafragma , cálculo fotometrico (exposição) e abordei a relação do olho com a câmera fotográfica. Síntese da câmera escura.

15.4.1.1. Lembrar que toda a ação que tinha na aula era sensorial , por escuta , o toque a audição , os sons , as direções precisavam ser muito bem trabalhados.

15.5. Fotografia de campo externa e aula básica de noções de fotografia

15.5.1. Aula teórica e prática

15.5.1.1. Com o ensino da aula passada e agora : introdução as técnicas de fotografia - enquadramento , composição , balanço de branco , controle de exposição , automático e PB fizemos aula externa na grama do plug Minas fora da OI Kabum.

15.6. Sonoro

15.6.1. Usei várias emissões de sons e volume , agudos , graves , baixos e fui vendo as emoções e Percepções mudando no corpo no rosto e no corpo.

15.7. Observação

15.7.1. Em todas as oficinas realizavamos conversas e debates como eles se sentiram com as experiências e vivencias , e como é sentir o outro sendo que todos eram do mesmo sexo , sempre deixava eles confiantes e seguros para estabelecer uma relação com eles. Falavam dos desafios com a doença , perspectivas de vida , os desafios da acessíbilidade no Brasil e a inclusão.

15.7.1.1. Eu orientava alguns por ombro , alguns tinham bengala, uns óculos e outos não.

16. Parte 2 oficinas com o público da associação de cegos santa luzia com alunos oi kabum

16.1. Aula de dança perceptual , sensorial , estimuladora de corporeidade ,contato , escuta

16.1.1. Observação: os alunos da kabum que tem a visão eu falei os olhos no meio da aula para entender o que os deficientes visuais percebem

16.2. Aula de dança com videntes e não videntes juntos , traz uma discussão do como se comporta se não temos um sentido apurado , a perda deste faz com que respondemos como ? A visão é uma janela ? Se temos outros meios acesso ?

16.3. Contato e improvisação , dança com toque , corpos juntos , direcionamento do outro que não tinha visão ou que o olho estava tapado. Experiência de ter uma limitação aos que são videntes de imitar ou tentar perceber como o que não tem visão , ou tem pouco resíduo visual vive.

16.4. Experiência percebida por mim nesta oficina.

16.5. Que quem estava com os olhos tapados logo ficava aflito sem saber se direcionar, então tinha que confiar em quem via , eu e alguns deficientes visuais que só tinham baixa visão , eu direcionava tudo e estimulação por voz , som , toque , palma , pulo ,grito

16.6. Que os deficientes visuais ajudaram as pessoas que tinham visão em todo o momento

16.7. Novo Tópico

17. Modelo entidade Percepções

17.1. ONG

17.1.1. Podemos nos qualificar depois como OSCIP.

18. Projeto Percepções na academia como artigo

18.1. O modelo do artigo ainda tinha estruturas do conceito inicial , entender o corpo e sua limitação , a sensorialidade , metáfora do olhar , compensação

18.2. Mudou o nome

18.2.1. Percepções: O dispositivo Fotográfico como potencializador da Expressão Criativa de pessoas com deficiência Visual.

18.2.1.1. Para Percepções: As imagens Fotográficas como potencializador da Expressão Criativa de pessoas com deficiência visual.

18.3. Mudou de orientador

18.3.1. Thiago Urban para Cássia Torres

18.4. Parceria SOEBRAS , Hilton Rocha com o projeto

18.5. Dona do Hospital Hilton Rocha , Ariadna Muniz aceitou o projeto e estudo no hospital

18.5.1. A administração e os médicos também.

18.5.1.1. Cada preceptor das áreas era apresentado ao projeto

18.5.1.2. A primeira conversa foi com Doutora Alessandra Neurooftalmologista do hospital, o horário dela era e quinta a tarde

18.5.1.3. Descrição dos pacientes do Hospital Hilton Rocha SUS

18.5.1.3.1. Residentes da região Metropolitana de Minas Gerais , muitos analfabetos , classe econômica baixa, ficam o dia todo no hospital para tratamento ou ficam no hotel se precisarem de mais exames ou fazer algum procedimento cirúrgico , o carro do SUS levam eles ao hospital e os trazem de volta para a sua cidade natal. Alguns precisam de acompanhante A família que dá mais assistência , trabalham em serviços braçais e operarios da roça , ou trabalham na indústria

18.5.1.3.2. Plano de saúde Privado: este paciente tem o atendimento mais rápido as emergências , tem uma sala de espera separada dos outros pacientes (recepção).

18.5.1.4. Descrição pacientes : neurooftalmo:

18.5.1.4.1. Pacientes com deficiência neurológica , física e motora, muitas vezes vem com equipamentos médicos no corpo para respirar , sondas , são muitas vezes fracos , precisam de assistência familiar , alguns usam cadeira de roda ou outros auxílios , muitos deles usam a linguagem não verbal.

18.6. Estudo e escrita do projeto

18.6.1. Conceitos : neurociência , Compensação de Lev Vigoskty e teoria da Percepção

18.7. Estudo de como seria a prática de campo e como abordaria os médicos , enfermeiros , administrativo e pacientes

18.8. O projeto foi escrito mais em casa e as reuniões eram no Promove

18.9. Ida a campo:

18.9.1. Passava o dia todo no hospital em observação primeiro

18.9.1.1. Método observacional

18.10. Conversa com médicos sobre o projeto e entendimento de qual áreas oftálmicas eu poderia estudar e abordar os pacientes

18.11. Entendimento das áreas oftálmicas no hospital

18.12. Tive acesso a todas áreas oftálmicas , preceptores , residentes e enfermeiros

18.13. Acesso e leitura de prontuários de pacientes

18.13.1. Observação - tinha um horário que poderia ler os prontuários de anamnese de cada paciente

18.14. Tive uma sala para aplicação do questionário para pacientes de baixa visão.

18.15. Metodologia usada no hospital

18.15.1. 7 horas eu chegava esperava dar 8 horas para começar os atendimentos, ia as salas de atendimento e olhava se teria algum paciente com queixa de visão ou visão subnormal , se tivesse eu o levava para a sala de aplicação de questionário , mostrava as imagens e relatava tudo em folhas.

18.15.1.1. Observação: na área de neuroftalmologia os pacientes tinham doenças neurológicas e motoras então era mais difícil né comunicar, pois algum usavam linguagem não verbal.

18.16. Os médicos os fallows (especialistas) falavam do projeto ou eu contava para o paciente da pesquisa , eu ficava horas nas salas de cada especialidade médica para aplicar questionários aos pacientes

18.17. Na entrevista eram mosrradas imagens tom cinza , e colorida as pacientes e um questionário estruturado perguntas abertas - modelo qualitativo

18.17.1. Na aplicação do questionário eu via a reação dos pacientes ao eu abordar o tema de fotografia e artes em sua vida pessoal, a questão do tratamento da doença , a estimulação visual , sensorial , corporal , processos de orientação, se participa ou não de atividades artisticas.

18.17.1.1. Também via se este poderia participar de atividades de oficinas com aspectos sensoriais , artistiticos , estimuladores , lúdicos , perceptivos.

18.17.2. Problema base :

18.17.2.1. Público alvo : não letrado, residentes da região Metropolitana de Minas Gerais , classe econômica , piso classe baixa.

18.17.2.1.1. Muitos realizavam trabalhos braçais , trabalhavam em fábricas como operários, ou na roça , precisam de acompanhante familiar nas consultas , precisam de assistência e suporte familiar.

18.17.2.1.2. Pacientes que são de outra cidade ficam o dia todo no hospital e vão embora com a van ou ônibus do SUS , muitos chegam as 4 da manhã e vão embora as 17 horas.

18.17.2.1.3. Pacientes residentes de BH , vão e chegam ao hospital as 6 , esperam na fila de senha para a entrada na recepção, realizam o cadastro de prontuário , esperam o atendimento eletivo , exames , tratamento ,consultas ou emergência ou algum procedimento.cirurgico.

18.18. Observação

18.18.1. Os pacientes tinham baixa visão , então tem resíduo visual e enxergavam com recursos ópticos.

19. Disposição do site ux

19.1. Visual , áudiodescrito , imagens , aumento de fonte , direção de alinhamento de texto acessível

19.2. Como ?

19.2.1. Simplificada e acertiva uso diretrizes de acesso web

19.3. O que o site é?

19.3.1. Informativo , educativo , acessível e inclusivo com dispositivos de assistência virtual

19.4. O que aborda ?

19.4.1. Relação da autora com o projeto , processos de compensação , perda visual , estimulação , orientação

19.5. Tecnologia

19.5.1. Assistencial

19.5.1.1. Chat bot , áudiodescricao e design acessível na plataforma

19.5.2. Linguagem usada de programação plataforma

19.5.2.1. HTML 5 servidor joula

19.5.3. Coordenação desenvolvimento e produção plataforma:

19.5.3.1. Fred , Bruno , Guilherme

19.5.4. Coordenadora de informação , projeto e apresentação no site

19.5.4.1. Carol

19.5.5. Direção canva

19.5.5.1. Carol e Fred escrita

19.5.5.2. Há desinformação quanto ao que é o Canvas. Visto que o mesmo foi a primeira coisa criada com todo processo detalhado neste mapa mental na área 'Processo Criativo'. Tal área foi deixada de lado, enquanto se focou em dar continuidade ao projeto de forma arbitrária, logo fora do escopo de um Canvas e do processo de desing think É necessário corrigir isto https://robsoncamargo.com.br/blog/O-que-e-Canvas

19.5.6. Pitch

19.5.6.1. Todos

19.5.7. O pitch é gerado a partir do processo de desenvolvimento do Canvas através do desing think

20. Enquadramento do projeto

20.1. Informativo , educativo , acessível e inclusivo

20.2. Relação da autora com o projeto , doencas que acometem a visao

20.2.1. Novo Tópico

21. Enquadramento do projeto:

21.1. Informativo ,educativo , acessível , inclusivo e assistencial

21.2. O que terá no site ?

21.2.1. O que é o projeto , processos de compensação , relação da autora com o a deficiência

21.2.2. informações sobre doenças visuais e cuidados , dados infográficos

21.2.3. Lugares onde o projeto passou

21.2.3.1. Em tópicos

21.2.4. Oficinas e métodos

21.2.4.1. Artes visuais , dança e fotografia

21.2.4.2. Processo de compensação e estímulos

21.2.5. Vídeos de depoimento audecridtos ou com legenda em texto

21.2.5.1. Avatar apresentando a página em video

21.2.6. Imagens em carrossel do decorrer do projeto

21.2.6.1. Todas audiodescristas com legenda em texto também.

21.2.7. Orientações de cuidados visuais e cuidados com os olhos

21.2.7.1. ir ao oftalmologista

21.2.8. Portfólio da equipe em imagem com legenda e áudiodescrito

21.2.9. Chat bot e inteligência artificial.

21.2.9.1. Canais de contato com a equipe

21.2.9.2. Email , watssap , Messenger e chat bot

21.2.10. Observação : regras de acessibilidade W3C e 4

21.2.11. Mudanças do projeto para o virtual e por que ?

21.2.12. Dúvidas e reclamações

21.2.12.1. Saber como está o acesso do usuário a navegação da plataforma , responder as dúvidas recorrentes , canal de perguntas e questionamentos.

22. Recursos que podem ter no site

22.1. Regras acessíveis

22.2. Contraste textos claros em fundos claros

22.2.1. Evite:

22.2.1.1. Texto escuro com fundo escuro

22.2.1.1.1. Necessário que :

22.3. Espaçamento nem grande demais nem pequeno demais meio termo.

22.3.1. Letras muito juntas confundem o usuário:

22.3.1.1. Por que ?

22.3.1.1.1. Pois duas letras podem parecer um único elemento.

22.3.2. Entre linhas

22.3.2.1. As linhas devem respeitar distância entre elas

22.3.2.1.1. Por que ?

22.3.2.2. Utilize

22.3.2.2.1. Um espaçamento razoável entre linhas

22.4. Fonte serifada testar ver qual é a melhor.

22.4.1. Fonte mais indicadas para a web

22.4.1.1. Torna a leitura mais compreensível a todos os tipos de usuários

22.4.2. Fontes e decorativas e condensadas não são recomendadas para textos

22.4.2.1. Por qual motivo?

22.4.2.1.1. Por ser muito fantasiosa não consegue identificar as suas letras

22.4.3. Cuidado: com a fonte serifada:

22.4.3.1. Dependendo da fonte ela atrapalha devido a suas arestas.

22.5. Tamanho: fontes grandes e legíveis

22.5.1. Fontes utilizáveis ao grau de necessidade do usuário

22.5.1.1. Comandos A - e +A aumento das palavras

22.6. Estrutura e efeitos :

22.6.1. Evite usar textos com sombras , bordas e degradês , não exagere se usar.

22.6.1.1. Não esticar a fonte em horizontal ou vertical

22.6.2. Legibilidade :

22.6.2.1. Evite utilizar textos como imagens ou substitua por textos de sistemas

22.6.2.1.1. Por que ?

22.6.2.2. Evite textos que movem ou piscam , pois exigem um alto grau de atenção e rapidez

22.6.2.2.1. O que causa nos usuários?

22.6.2.3. Não ter textos sobre imagens

22.6.2.3.1. Tipo de posicionamento:

22.7. Outras considerações

22.7.1. Utilize

22.7.1.1. Ícones claros e objetivos , que são de conhecimento coletivo.

22.7.2. Evite:

22.7.2.1. Elementos que possam distrair o usuário

22.7.3. Utilize

22.7.3.1. Uma linguagem objetiva e sem ambiguidades

22.7.3.1.1. Para que ?

22.7.4. Abreviações devem:

22.7.4.1. Possuir uma explicação ou serem evitados

22.7.4.1.1. Obs: não suponha que o usuário irá entender.

22.7.5. Mantenha

22.7.5.1. Layout consistente, com uniformidade de cores e fontes entre todas as páginas.

22.7.5.1.1. Importante: site manter um padrão.

22.7.6. Pode se usar :

22.7.6.1. Imagens e elementos na página , mas indique com algum elemento equivalente textual

22.7.6.1.1. Para que ?

22.7.7. Nunca crie

22.7.7.1. Duas versões de site, uma adaptada para deficientes e outra padrão:

22.7.7.1.1. Por que ?

22.7.8. Nem tudo:

22.7.8.1. Que é acessível é usável

22.7.8.1.1. Você não garante acessíbilidade tendo usabilidade.

23. Proposta de valor :

23.1. Título :

23.1.1. Transformar Acessos, incluir Histórias.

23.1.1.1. Conectar visões de pensamentos , corpos e Percepções kk

23.2. Subtítulo:

23.2.1. Acessíbilidade e inclusão

23.2.2. Assistência virtual

23.2.3. Inserção de deficientes visuais na Web.

23.2.4. Trabalho e desenvolvimento social

23.3. A ideia central:

23.3.1. O que nos damos de diferencial uma plataforma informativa educacional que se conecta com a realidade dos deficientes visuais , por uma das preletoras e produtoras do projeto se enquadrar com acuidade visual de baixa visão .

23.3.2. Que usa o modelo

23.3.2.1. Segundo a Web Content Acessibility Guidelines 2.0 a estrutura da web deve ser perceptível , os usuários precisam perceber , 2 Operavel os componentes de interface de usuário a navegação tem de ser operaveis 3 compreensível a informação e a operação da interfone de usuário tem de coomprensivel 4 robusto conteúdo tem de ser robusto o suficiente para poder ser interpretado de forma concisa por diversos agentes de usuário , incluindo recursos de tecnologia assistivas.

23.3.3. Que tem em sua estrutura recursos de acessíbilidade como W3C e W4 4.0 que são normas e diretrizes para públicos com deficiencias.

23.3.4. Que vai trazer a facilidade de acesso a web para portadores de deficiência visual.

23.3.5. Vai integrar chat bots com canal de assistência virtual e recursos como assistência de voz , legendas em imagens , usabilidade nos parâmetros de acesso a deficientes visuais

23.3.6. Terá uma equipe de assistência as dúvidas e reclamações para melhorar o site , para qualificar e quantificar como está sendo o acesso ao usuário a plataforma.

23.3.7. Acreditamos que a percepção imagética e visual de pessoas portadoras de baixa visão ou cegueira expressa mais do que o sentido óptico , está localizado na ênfase do corpo , do estimular , do sentir , reagir , estar , ser, adaptar,

23.3.8. Acreditamos no potencial de PCDF em acessar plataformas consistentes , atrativas , que as informem , que estejam conectadas a sua realidade e buscamos isso na nossa jornada.

23.3.8.1. A plataforma Transformar cria conexões elementares com o público alvo , pois além de ter uma criadora com deficiência visual , é pensada para entregar facilidade , integridade , acesso no diverso e na diferença.

23.4. O que acreditamos;

23.4.1. Que a diversidade e a diferença se inclui no transformar no digital de pessoas com deficiência Elaborar melhor

23.4.2. A era virtual pode e deve inserir este público , pois estes são consumidores de conteúdo , são formadores de opinião e integradores da sociedade civil.

23.4.3. Da diferença eu me expresso , eu crio identudades , relacionamentos , me incluo.

24. Público alvo :

24.1. Segmentado

24.1.1. Portadores de deficiência visual

24.1.1.1. Dentre estes se dividem: baixa visão ou visão subnormal , próximo a cegueira e Cegueira

24.1.1.2. Como estamos em âmbito virtual vamos aplicar o site a demanda de público nacional ou local?

24.1.1.3. Desenhar e estruturar localidade do público ,como será este usuário ? Quais as dificuldades e necessidades deste.

24.1.1.4. Perfil do público alvo.

24.1.1.4.1. Marginalizado e pouco integrado as principais redes e plataformas ,

24.1.1.4.2. Também usuários de computadores e celulares.

24.1.1.4.3. Usam assistências virtuais como leitor de voz , trancritor de áudio e texto , imagem , legendas , lupas , filtros de cor , alto contraste , narrador , legendas ocultas, ampliador de tela , teclado e mouse com configuração virtual,

24.1.1.4.4. Usam softwares leitores de tela.

24.1.1.4.5. Usam assistentes virtuais do Google acessibilidade e recursos da Microsoft linkados a isto.

24.1.1.4.6. Os usuários cegos podem usar braille , leitor de tela ou a combinação dos dois

24.1.1.4.7. Há um perceptual maior do público com baixa visão

24.1.1.4.8. Alguns combinam leitor de tela e leitor de braille , alguns usam braille exibido na tela por que as vezes é mais fácil enxergar que o texto comum

24.1.2. Público B2B e vamos integrar ao B2C?. Teremos o público híbrido

24.1.2.1. Público Híbrido B2C e B2B

24.1.2.1.1. Público B2B de empresa para a empresa linguagem mais formal e uma conta privada

24.1.2.1.2. Público B2C consumidor final

24.2. Segmentação tipo

24.2.1. Geográfica , demográfica e comportamental

25. Fraquezas

25.1. O projeto foi reescrito várias vezes.

25.2. O processo de fluxo demorou para ser construído

25.3. Muitas informações para visualidade no grupo

25.4. Demorado tempo para se organizar , e entendimento do que era o projeto

25.5. Comunicação entre a equipe tinha ruídos e devido a pandemia não poderíamos nos encontrar presencialmente.

25.6. Tínhamos conteúdos densos devido a jornada do projeto , o que gerou atrasos no processo como entendimento da equipe , articulação do grupo.

26. impulsos

26.1. Colocar o que impulsiona o projeto

26.1.1. Pessoal pode colocar no bloco de notas também

26.1.2. Guilherme disse no grupo:

26.1.2.1. Marginalização das pessoas com deficiência visual e a falta de acesso a internet, e a falta de acesso.

26.1.3. Dados e informações relevantes que fazem o projeto se sustentar

26.1.4. O que faz o projeto ser relevante

26.1.5. Por que preocupamos com o tema.

26.1.6. Falar da inserção deste público no meio digital , o direito dele

26.1.7. A relevância da assistência virtual e seu acesso na web

27. Fornecedores e parceiros

27.1. Parcerias existentes:

27.1.1. Associação de cegos santa luzia e Instituto São Rafael

27.1.2. Já tive parcerias grandes pensar se conseguimos reatar essas parcerias

27.1.3. Nicho de parceiros que podemos ter

27.1.3.1. Fisioterapeutas de estimulação visual , terapeutas ocupacionais , médicos oftalmologistas , neurooftalmologistas psicólogos , assistentes e reabilitadores, assistentes sociais , associações e ongs que trabalham com portadores de deficiência visual. Entidades assistentes de deficientes visuais

27.1.4. Parceria interna;

27.1.4.1. Agência do Fred , e voluntários na área de programação , produção , assistência

27.1.4.2. Agencia de produção do Fred, programadores e desenvolvedores, em rede voluntários

27.1.4.2.1. capital humano; equipe , produção , fornecimento da plataforma, estudos , pesquisa, orientação das tecnologias , fornecimento das tecnologias assistenciais

28. Ser uma plataforma consistente que respeita à diferença dos deficientes visuais

29. Dar ao usuário o acesso sem barreiras a web a quem tem limitações e perdas visuais significativas.

30. Relacionamento com o público

30.1. Como integrar ao projeto em termos de custo e formato?

31. Recursos

31.1. Quais os principais recursos exigidos na sua proposta de valor?

31.2. Recurso humano:

31.2.1. Equipe Estratégica , Gestão , TI e operacional e desenvolvimento.

31.3. Recurso tecnológico

31.3.1. Bruno e Guilherme , Fred falar mais aqui.

31.4. Recurso intelectual

31.4.1. Livros e artigos

31.4.1.1. Normas de acessibilidade

31.5. Recurso financeiro.

31.5.1. Fred ajustar aqui

32. Canais de distribuição

32.1. Por qual canal seu público quer ser abordado?

32.2. Plataforma web site para visualidade

32.2.1. Canal de divulgação

32.2.1.1. Tráfego direto

32.2.1.1.1. Orgânico

32.2.1.2. De referência

32.3. Chat bot para interação com o público e envolvimento com o site

32.3.1. Canal de atendimento

32.3.2. Suporte por chat

32.4. Canais de atendimento ;

32.4.1. Telefone :

32.4.1.1. Email marketing

32.5. Canais de cadastro por login

32.5.1. CRM

32.5.1.1. Marketing Direto

32.5.2. Canal privado modo portfólio para empresas e pessoas jurídicas

32.6. Facebook

32.7. Marketing de conteúdo

32.7.1. E inboud marketing

32.7.1.1. Marketing de relacionamento

32.8. Estudar um canal estratégico para abordar os parceiros

32.8.1. Marketing social

32.8.1.1. Marketing institucional

33. Custos.

33.1. Custos fixos

33.2. Custos Variáveis

33.2.1. Novo Tópico

33.2.1.1. Novo Tópico

34. Lembrando que na parceria interna há fornecimento de serviços. Então também são fornecedores em potencial:

35. Incorporar tecnologia assistiva de modo facilitador para a comunidade de deficientes visuais e para os videntes também

35.1. Todos os usuários devem ser incluídos na rede do transformar e acessar no digital.

35.2. Se conectar a rede de relacionamentos criada por meio do site

35.3. Engajar pessoas no meio para que possam crer na causa da relação humano humano

35.3.1. Mostrar as potências que pessoas com deficiências visuais podem ser capazes , estas possuem limitações não uma incapacidade.

35.4. A experiência do usuário facilitadora irá sanar a dor de todos

35.4.1. HTMl fácil e incluso

35.4.2. Programação também

36. quais serviços?

37. Fontes de Receita

37.1. Capacitação para acessibilidade

37.1.1. Oficinas de expressividade para cegos

37.1.2. Doações por Voluntário via vaquinha on-line

37.1.3. Editais de economia criativa

37.1.4. Aceleradores de startups

37.1.5. Programas do site

38. Persona Raquel

38.1. O que vê?

38.2. O que ouve?

38.3. O que sente e pensa?

38.3.1. Sentimentos

38.4. O que fala e faz?

38.5. Quais são suas dores?

38.6. Quais são as necessidades?