Anestésicos Odontológico

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Anestésicos Odontológico por Mind Map: Anestésicos Odontológico

1. Articaína apresenta rápido início de ação, entre 1-2 minutos. articaína a 4% com epinefrina 1:100.000 apresenta duração de 50-60 minutos para dentes maxilares, de 90-100 minutos para dentes mandibulares e de 3-4 horas para tecido mole

1.1. Indicado: para a anestesia local, por bloqueio de nervo ou por infiltração, em procedimentos periodontais simples e complexos.

2. DMR: São sete tubetes, que o número de tubetes para um adulto com 70 kg são seis e que o número de tubetes para uma criança de 20 kg são um e meio tubetes.

3. É indicado para a anestesia local por bloqueio de nervo ou por infiltração. É indicado também para pequenos procedimentos odontológicos que não requerem anestesia pulpar de longa duração ou com grande profundidade.

4. duração: 120-140min

5. Bupivacaína

5.1. potência: 4x mais forte que a lidocaína, mepivacaína e prilocaína

5.2. toxidade: 4x menor que a da lidocaína e mepivacaína

5.3. Contra Indicação: Bupivacaína não é recomendada para pacientes muito jovens ou para aqueles que apresentam grande risco de lesão pós-operatória de tecido mole por automutilação, tais como os pacientes com deficiência física e mental. É raramente indicada para crianças, pois os procedimentos odontopediátricos costumam ser de curta duração. Em pacientes idosos, a bupivacaína é a última opção a ser considerada, devido à sua longa duração, e quando esta for usada, deve ser utilizada com um vasoconstrictor em baixa concentração (adrenalina 1:200.000)

5.4. DMR: Sem vasoconstritor é de 1mg/kg, não podendo exceder 75mg ao todo. Com vasoconstritor, 1mg/kg não podendo exceder 150mg.

5.5. Indicado para: anestesia por infiltração, quando se deseja longa duração, por exemplo, para analgesia pós operatório, para tratamentos dentários.

5.6. meia vida: 2,7h

5.7. duração: 180-600min

5.8. A bupivacaína é o único sal anestésico que fornece longa duração de anestesia em tecidos moles nas duas arcadas e polpa de dentes mandibulares, com duração de 2 a 5 horas após uma injeção epidural e até 12 horas em bloqueios nervosos periféricos

6. Mepivacaína

6.1. potência: 2x mais forte que a lidocaína.

6.1.1. Contra Indicação: Em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula e que tenham disfunção renal ou hepática significativa.

6.2. DMR: A dose máxima recomendada é de 4,4 mg/kg, sem exceder 300 mg ou o equivalente a 5,5 tubetes de Cloridrato de Mepivacaína, para adultos saudáveis normais. A dose deve ser reduzida nos pacientes clinicamente comprometidos, debilitados ou idosos. A dose máxima recomendada para crianças é de no máximo 2 tubetes (não superando 132 mg de Cloridrato de Mepivacaína).

6.3. meia vida: 1,9h

7. Lidocaína

7.1. potência anestesia moderada

7.2. toxidade: 2

7.2.1. Contraindicada: Em pacientes que apresentam alterações cardiovasculares. Pacientes com Angina, Infarto Agudo do Miocárdio recente.

7.2.1.1. Indicação: Anestesia por infiltração dental; anestesia por bloqueio nervoso.

7.2.1.2. O cloridrato de lidocaína foi sintetizado em 1943 e em 1948 tornou-se o primeiro anestésico local do tipo amida a ser comercializado (13). Encontram-se disponíveis preparações comerciais de lidocaína com ou sem associação de adrenalina. A adrenalina se apresenta em concentrações de 1:50.000, 1:80.000 e 1:100.000

7.2.1.2.1. É rapidamente metabolizada pela oxidação microssomal no fígado. Sua eliminação é renal, e 10% são excretados inalterados.

7.2.2. pouca duração sem vasoconstritor

7.3. ação de 2 a 3min

7.4. pode induzir convulsões- efeito sedativo

7.5. meia vida de 1,6h

7.6. polpa 60min e tecido mole 3 a 5h

8. Articaína

8.1. toxidade: 2

8.2. complicação: parestesia

8.3. Contraindicado: para pacientes alérgicos a anestésicos locais do tipo amida e pacientes asmáticos

8.4. A articaína, anestésico local com ligação amida foi aprovada para uso no Brasil em 1999 e está disponível na Europa desde 1976 e no Canadá desde 1984 em duas formulações: 4% com adrenalina a 1:100.000 e 4% com adrenalina a 1:200.000 (13). Sua meia vida plasmática é inferior à da maior parte dos demais anestésicos do tipo amida, o que, da mesma forma que os outros fatores, seriam teoricamente favorável em relação à toxicidade sistêmica.