Fissuras labiopalatais

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Fissuras labiopalatais por Mind Map: Fissuras labiopalatais

1. Malformações congênitas faciais;

1.1. Ruptura na região do lábio/palato, devido falta de fusão do processo frontonasal com processo maxilar;

1.2. Origem: Aparelho faríngeo/derivados;

1.3. Entre a quarta e a oitava semana de vida intrauterina; (formação do embrião)

1.4. Ultrassonografia permite diagnosticar anomalias faciais a partir da 14ª semana de gestação;

1.5. Na maxila a incidência é maior do que na mandíbula;

2. Personalidade do indivíduo

2.1. Dependência dos pais

2.2. Esquiva de contatos sociais

2.3. Dificuldade de comunicação

2.4. Medo

2.5. Insegurança

2.6. Autoestima baixa

2.7. Vergonha

2.8. Depressão

2.9. Inibição conforme a gravidade da deformidade

2.10. Estresse

2.11. Dificuldade de aprendizagem

3. Chegada de um descendente com fissura labiopalatina;

3.1. Pais sentem-se incapazes de gerar uma criança saudável;

3.2. Frustra os sonhos da mãe, que pode passar por impacto psicológico;

3.3. Início de problemas psicossociais no paciente;

3.4. Rejeição da criança no próprio lar;

3.5. Exclusão na comunidade e no mercado de trabalho;

3.6. Ajuda profissional, pais/bebê = vida saudável e feliz;

4. Prevalência

4.1. Gênero = prevalece + no masculino

4.2. Hábito materno de fumar até o 3º mês de gestação

4.3. História familiar de fissuras

4.4. Classificação socioeconômica, renda baixa

4.5. Faixas etárias materna e paterna

4.6. Grupos étnicos, pode acometer todas as raças

4.7. fissura transforame prevalece em 60% dos casos.

5. Sem o devido tratamento

5.1. Perda da audição

5.1.1. Otites podem causar prejuízos no desenvolvimento da fala e linguagem;

5.2. Déficit nutricional

5.2.1. Anemias frequentes, devido a dificuldade em se alimentar;

5.3. Aspirar o alimento

5.3.1. Provocando infecções como otites e pneumonias;

5.4. Abalo psicológico

5.4.1. Sofrimento com preconceito;

5.5. Alterações dentárias

5.5.1. Mordidas cruzadas;

6. Reabilitação

6.1. Tratamento dependendo do tipo de fissura;

6.2. Tem início desde o nascimento, até fase adulta;

6.3. Várias cirurgias corretivas e estéticas;

6.4. é possível a total reabilitação do paciente , quanto mais cedo iniciar melhor;

7. Cirurgião dentista

7.1. Aproximação com o paciente e a família, para conhecer a saúde geral deste;

7.2. Tem papel fundamental na reabilitação;

7.3. Presente no pré e pós-operatório;

7.4. Aconselhar os pais para promover a saúde bucal;

7.5. Atendimento especializado na reabilitação cirúrgica, ortodôntica e protética;

8. Classificação das fissuras

8.1. Ponto de referência forame incisivo: Limite entre o palato primário e secundário;

8.2. Fissura pré-forame incisivo: Exclusivamente labiais, originárias embriologicamente do palato primário;

8.3. Fissura pós-forame incisivo: Fendas palatinas, em geral medianas, podem situar-se apenas na úvula, palato primário ou envolver o palato secundário;

8.4. Fissura transforame incisivo: De maior gravidade, envolvendo estruturas anatômicas oriundas do palato primário e secundário;

8.5. Fissuras raras da face: Fissuras oblíquas do lábio, nariz, ou mesmo de toda a face ;

9. Tratamento: Equipe multiprofissional

9.1. Medicina, Odontologia;

9.2. Fonoaudiologia, Fisioterapia;

9.3. Psicologia, Enfermagem;

9.4. Serviço Social, Recreação;

9.5. Educação e Nutrição;

10. UNISOCIESC

10.1. Nomes: Dalvo Tietz, Elisama da Cruz

10.2. Professora: Cintia Finardi

10.3. Curso: Odontologia

10.4. Disciplina: Embriologia oral e genética

10.5. Referência bibliográfica: KUHN, Vivian Dutra, et al. Fissuras labiopalatais: Revisão da literatura. Disciplinarum Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 13, n. 2, p. 237-245, 2012.