Padre António Vieira

António Vieira nasceu em Lisboa de Cristóvão Vieira Ravasco, filho de uma mulata , e Maria de Azevedo. Em 1614, ele acompanhou seus pais na colônia do Brasil , onde seu pai havia sido destacado como registrador. Ele recebeu sua educação no colégio jesuíta da Bahia . Entrou no noviciado jesuíta em 1625, sob o padre Fernão Cardim, e dois anos depois proferiu seus primeiros votos . Aos dezoito anos, lecionava retórica e, um pouco mais tarde, teologia dogmática, no colégio de Olinda , além de es...

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Padre António Vieira par Mind Map: Padre António Vieira

1. De volta ao Brasil, Padre Antônio Vieira se dedicou às missões de catequese no Pará e no Maranhão 1653-1661.

1.1. Lutou contra os colonos portugueses que desejavam escravizar os índios no Maranhão.

1.1.1. Em 1661 foi expulso do Maranhão, pelos senhores de escravos que não aceitavam suas ideias.

1.1.1.1. Voltou para Lisboa, onde defendeu a liberdade religiosa, na época em que as pessoas suspeitas de heresia eram condenadas pela inquisição.

1.1.1.1.1. Os inquisidores desconfiavam da aproximação de Vieira com os judeus.

2. Sermão de São Pedro

3. Nasceu em Lisboa de Cristóvão Vieira Ravasco

3.1. Em 1614, ele acompanhou seus pais na colônia do Brasil , onde seu pai havia sido destacado como registrador.

3.1.1. Em 1635, ele entrou no sacerdócio. Ele logo começou a se distinguir como orador.

4. Padre Antônio Vieira (1608-1697) foi um religioso, escritor e orador português, a principal expressão do Barroco Literário da língua portuguesa.

4.1. Escreveu cerca de 200 sermões, nos quais revela conhecimento político, social e religioso.

4.1.1. No dia 6 de fevereiro de 1608. Filho de Cristóvão Vieira, funcionário da coroa, e de Maria de Azevedo tinha sete anos quando seu pai foi nomeado para o cargo de escrivão em Salvador.

4.1.1.1. Estudou no colégio dos jesuítas e com 15 anos ingressou na Companhia de Jesus, iniciando seu noviciado.

5. Sermões

5.1. Em 1626, Antônio Vieira, ainda noviço, ensinou retórica e foi encarregado de redigir o trabalho da Companhia de Jesus, em carta anual, remetida para os superiores em Lisboa.

5.1.1. Em 1633 estreia no púlpito com o sermão “Maria, Rosa Mística”. No ano seguinte ordena-se padre.

5.1.1.1. O Padre Antônio Vieira, defendia a colônia, clamava pela expulsão dos holandeses da Bahia e de Pernambuco

5.1.2. Padre Antônio Vieira morreu em Salvador, Bahia, no dia 17 de junho de 1697.

6. Pregador e Mediador da Corte

6.1. Dedicou a ordenar seus sermões para transformá-los em livros, deixando mais de 200 sermões e 700 cartas. Doente e quase cego, fez suas últimas pregações.

6.1.1. Em 1641, com 33 anos, Padre Antônio Vieira retornou a Lisboa, em um momento crucial da história portuguesa

6.1.1.1. Depois de seis décadas de subordinação ao trono espanhol, restaurava-se o reinado de Portugal com D. João IV, o primeiro monarca da casa de Bragança.

6.1.1.1.1. As pregações de Padre Antônio Vieira, conquistou o rei e a rainha D. Luísa.

7. Catequese e Prisão

8. O Orador

8.1. Aliando sua formação como jesuíta e a estética barroca em voga, o Padre Antônio Vieira tornou-se um orador incomparável.

8.1.1. Pronunciava sermões que se tornaram a expressão máxima do Barroco em prosa e uma das principais expressões ideológicas e literárias da Contra Reforma.

8.1.1.1. Pregou no Brasil, em Portugal e na Itália. Entre sua vasta produção de sermões, destacam-se:

8.1.1.1.1. Sermão da Sexagenária: proferido na Capela Real de Lisboa em 1653, onde tematiza a arte de pregar.

8.1.1.1.2. Sermão Pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda: proferido na Bahia em 1640, onde se coloca contrário à invasão holandesa.

8.1.1.1.3. Sermão de Santo Antônio (aos peixes): proferido no Maranhão em 1654, ataca a escravização de índios.

9. Últimos Anos

9.1. Padre Antônio Vieira abandonou definitivamente a Corte, voltou para Salvador, em 1681.

10. Frases de Padre Antônio Vieira

10.1. O livro é um mundo que fala, um surdo que responde, um cego que guia e um morto que vive.

10.2. A mais doce de todas as companheiras da alma é a esperança.

10.3. Há pessoas semelhantes à vela que se consomem para alumiar o caminho alheio.

10.4. Para falar ao vento bastam palavras, para falar ao coração são necessárias obras.

11. Outras Obras de Antônio Vieira

11.1. Sermão de São Roque

11.2. Sermão de Santa Teresa

11.3. Sermão do Espírito Santo

11.3.1. Sermão de Todos os Santos

11.4. Sermão de Nossa Senhora do Rosário

11.5. Quinto Império

11.6. História do Futuro

11.7. Esperanças de Portugal