HÉLICE TRÍPLICE: A INTERAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE, EMPRESA E ESTADO PARA GERAR INOVAÇÃO.

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HÉLICE TRÍPLICE: A INTERAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE, EMPRESA E ESTADO PARA GERAR INOVAÇÃO. von Mind Map: HÉLICE TRÍPLICE: A INTERAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE, EMPRESA  E ESTADO PARA GERAR INOVAÇÃO.

1. A inovação como contribuição ao desenvolvimento econômico

1.1. Correlação entre direito e economia

1.1.1. Law and Economics

1.1.1.1. Teoria anos 60

1.1.1.2. Fatos sociais analisados sob ótica multidisciplinar

1.1.2. Direito

1.1.2.1. Afeta economia de mercado

1.1.2.2. Promove segurança jurídica aos contratos

1.1.2.3. Relações comerciais bem definidas

1.1.2.4. soluções de controvérsias

1.1.3. Economia

1.1.3.1. Desenvolvimento Econômico

1.1.3.1.1. Crescimento econômico

1.1.3.2. Conceito de desenvolvimento econômico Amartya Sen (2000)

1.1.3.2.1. Liberdade

1.1.4. Pesquisa e Desenvolvimento

1.1.4.1. Gerar inovação e crescimento ecônomico

1.1.4.2. Quatro fatores para gerar desenvolvimento:

1.1.4.2.1. recursos humanos

1.1.4.2.2. recursos naturais

1.1.4.2.3. formação de capital interno e importado

1.1.4.2.4. tecnologia

1.1.4.3. Políticas de industrialização

1.1.4.3.1. políticas públicas que promovam inovação

1.1.4.3.2. pesquisa e desenvolvimento

1.1.4.3.3. necessidade de proteção de ativos intangíveis

1.1.4.4. Chang (2002)

1.1.4.4.1. Países desenvolvidos

2. A contribuição da lei de inovação para a interação Universidade-Empresa- Estado

2.1. Lei de Inovação nº 10.973/2004

2.1.1. Alianças estratégias

2.1.1.1. empresas

2.1.1.2. universidades

2.1.1.3. instituições científicas.

2.1.2. Artigo 1º

2.1.2.1. Medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo.

2.1.2.2. Capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica

2.1.2.3. Desenvolvimento industrial do País

2.1.2.3.1. Artigo 218

2.1.2.3.2. Artigo 219

2.1.3. Artigo 2º

2.1.3.1. Define inovação

2.1.3.1.1. Introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços.

2.1.4. Problemática

2.1.4.1. Implementação da lei

2.1.4.1.1. Falta de comercialização

3. A hélice tríplice de inovação

3.1. Condições que impedem que a inovação aconteça

3.1.1. Falta da interação entre universidade, empresa e estado

3.1.1.1. Principalmente entre universidade e empresa: a indústria brasileira não sabe o que perguntar para a universidade

3.1.1.2. Falta de mão de obra qualificada em pesquisa e desenvolvimento

3.1.1.3. Baixo investimento em pesquisa básica

3.1.2. Pontos localizados de interação entre tecnologia e ciência

3.1.2.1. Brasil: Caráter tardio da criação de instituições de pesquisa

3.1.2.2. Brasil: Caráter tardio da industrialização

3.1.2.3. Casos de Sucesso: EMBRAPA e EMBRAER

3.1.3. Patentes

3.1.3.1. EUA: Acontece ao contrário, ocorre uma forte junção, o mercado se beneficia das invenções e transformam em inovação

3.1.3.2. Brasil: A maioria das patentes desenvolvidas nos ambientes das universidades NÃO tem aplicação industrial

3.1.3.3. Desigualdade entre países desenvolvidos e os em desenvolvimento

3.1.3.3.1. Países desenvolvidos: predominam os pedidos de patentes de residentes

3.1.3.3.2. Países em desenvolvimento: ocorre o contrário, predomina os pedidos de estrangeiros

3.1.3.3.3. China: Exceção. Apesae de ser classificada como um país em desenvolvimento, é extremamente inovadora e possui muito mais registros de pedidos de patentes de residentes

3.1.3.3.4. Transferência de royalties dos países em desenvolvimentos para os desenvolvidos

3.1.4. Problema estrutural

3.1.4.1. Subintendimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação tanto do setor público quanto privado

3.1.4.2. Cadeias de valor fracas

3.1.4.3. Economia um pouco fechada

3.1.5. Problema cultural de medo e desconfiança

3.1.5.1. Inovação de Ruptura

3.1.5.2. Inovação Incremental

3.1.5.2.1. Ideias de clientes, experiências de funcionários

3.1.6. Lester (2016) - 3 problemas que podem ocorrer prejudicando os processos de inovação

3.1.6.1. 1) Problemas de financiamento

3.1.6.2. 2) Problemas de conhecimento

3.1.6.2.1. Ausência de cadeias globais de valor

3.1.6.2.2. Ausência de ecossistemas de inovação envolvendo empresas, universidades cliente, advocacia, etc..

3.1.6.3. 3) Problemas de gerenciamento

3.1.6.3.1. Ausência de gerenciamento de projetos de inovação

3.2. Condições necessárias para que a inovação aconteça

3.2.1. Interação entre formuladores de políticas públicas, empresa, estado e universidade

3.2.1.1. Aplicação de um novo conhecimento para gerar valor

3.2.1.2. Desenvolvimento econômico

3.2.1.3. Fomento governamental através de investimento

3.2.1.3.1. Estado suporta alto risco

3.2.1.3.2. Estado viabiliza negócios

3.2.2. Aplicação da lei de inovação

3.2.3. Sistema jurídico eficiente

3.2.3.1. Legislação protetiva de patentes

3.2.3.2. Segurança jurídica aos investidores e incentivo ao investimento

3.2.4. Visão de longo prazo e paciência

3.2.4.1. O risco é inerente

3.2.5. Criatividade e aplicabilidade

3.2.5.1. Criação de processo estruturado de inovação que aproveite as ideias e que mapeie novidades e possibilidades

3.2.5.1.1. Lester (2016) - 4 passos de um processo de inovação bem sucedido

3.2.6. O resultado da inovação se mostrará no futuro

3.3. Ganhos da Inovação

3.3.1. Competitividade

3.3.2. Empregos

3.3.3. Desenvolvimento Econômico

3.3.4. Custos

3.3.5. Preços

3.3.6. Pagamentos de royalties pelo uso da inovação de países desenvolvidos

4. O caso de inovação tecnológica do Senai-BA / CIMATEC

4.1. Projeto Piloto

4.1.1. SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) - BA

4.1.1.1. É mantido pelo Sistema Indústria

4.1.1.2. É referência em educação profissional e serviços técnicos e tecnológicos com foco na indústria

4.1.2. CIMATEC ( Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia) é um Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) e faz parte do SENAI-BA

4.1.2.1. 33 doutores e 46 mestres

4.1.2.2. Interage com a indústria do Estado da BA, que apresenta um problema complexo e o NIT dá como retorno uma pesquisa aplicada ao problema

4.1.3. Financiamento

4.1.3.1. Direto

4.1.3.1.1. Recursos do SENAI

4.1.3.2. Indireto

4.1.3.2.1. Através de agências de fomento

4.1.4. Parceria EMBRAPII, SENAI-CIMATEC e Empresas Privadas e Universidades

4.1.4.1. Piloto com 60 possíveis projetos focados nos segmentos de manufatura e automação e com um valor médio de R$1,5 milhão por projeto

4.1.4.1.1. Projeto Piloto: Processo de purificação da Glicerina Loura

4.1.5. Institutos SENAI de inovação

4.1.5.1. Criação de 26 institutos

4.1.5.1.1. Ajudar a industria a solucionar problemas

4.1.5.1.2. Apoiar empresas de base tecnológica

5. Políticas industriais

5.1. Como construir políticas industriais de longo prazo se não há uma política de Estado para a inovação brasileira?

5.1.1. Construção de visão a longo prazo

5.1.2. Articulação pelas empresas de rotas de desenvolvimento

5.1.3. Criação de cadeia globais de valor

5.1.3.1. Redução de custo

5.1.4. Fortalecimento de agências governamentais focadas em inovação

5.2. Desafio: Propor políticas públicas que promovam inovação para o mercado

5.2.1. Manual de Oslo (OCDE 1997)

5.2.1.1. É a principal fonte de cooperação internacional com proposta de diretrizes para a coleta e interpretação de dados sobre inovação tecnológica

5.2.2. Mas qual o seu papel?

5.2.2.1. Garantir a interação entre Universidade, Empresas e Estado

5.2.2.1.1. Criar incubadoras tecnológicas para fomentar as atividades do setor privado com as universidades e laboratórios de pesquisa

5.2.2.2. Garantir que as patentes tenham aplicação industrial e exploração para fins produtivos

5.2.2.3. Garantir que o Estado seja responsável pela comercialização do conhecimento

5.2.2.3.1. Como?

5.2.2.4. Implementar a Lei de Inovação de modo a possibilitar a exploração das invenções patenteadas comercialmente

5.2.2.5. Apoiar os escritórios de transferência de tecnologia nas universidades e institutos P&D públicos para conciliar as atividades de pesquisa com sua aplicação industrial

5.2.2.6. Promover a mobilidade entre pesquisadores de empresas privadas e universidades públicas

6. Introdução

6.1. Indústria Brasileira

6.1.1. Desafio da falta de processos inovativos e perda de competitividade internacional

6.1.1.1. Causa

6.1.1.1.1. Alta carga tributária

6.1.1.1.2. Baixa capacidade de inovação

6.1.1.1.3. Instabilidade política

6.1.1.2. Objetivos

6.1.1.2.1. Discutir a eficiência da Hélice Tríplice

6.1.1.3. Metodologia

6.1.1.3.1. Justificativas empíricas

6.1.1.3.2. Justificativas teóricas

6.1.1.4. Tese

6.1.1.4.1. Defende-se o investimento em pesquisa e desenvolvimento

6.1.1.5. Justificativa

6.1.1.5.1. Países desenvolvidos

6.1.1.5.2. Países em desenvolvimento

7. Conclusão

7.1. Interação entre setor público, setor privado e universidade

7.1.1. Hélice Tríplice da Inovação

7.1.1.1. Inovação

7.1.1.2. Promoção ao desenvolvimento econômico

7.2. Estado brasileiro

7.2.1. Políticas Públicas Industriais

7.2.1.1. Desenvolvimento econômico

7.2.1.1.1. Avanço científico

7.2.1.1.2. Tecnológico

7.2.1.1.3. Infraestrutura

7.2.1.2. Sensibilizar o mercado

7.2.1.2.1. Gerar inovações

7.2.1.3. Lei de Inovação

7.2.1.3.1. Promover cultura da inovação

7.2.1.3.2. Proteção aos direitos imateriais

7.2.1.3.3. Incentiva parcerias

7.2.1.4. Resultados efetivos na economia nacional

8. Beatriz Ladislau de Ascenção Janiele Pereira da Silva