Interação Mediada por computador

Get Started. It's Free
or sign up with your email address
Rocket clouds
Interação Mediada por computador by Mind Map: Interação Mediada por computador

1. CONCLUSÃO: Questões como interação, construção do conhecimento e mediação tecnológica repercutem diretamente nas prática de EaD. O presente trabalho valorizou as questões interpessoais e a construção do saber na interação na busca de fomentar uma educação construtivista, problematizadora e libertadora. O GRUPO AGRADECE A ATENÇÃO DE TODOS!

1.1. Grupo: Patricia, Rosita, Telma, Hellen, Geny, Weber, Manoel , Maria Eunice, Magaly e Sandra.

2. 2. INTERAÇÃO COMO UM PROBLEMA

2.1. INTERAÇÃO MEDIADA PELOS MEIOS TRADICIONAIS (LUGAR COMUM)

2.1.1. TEÓRICOS

2.1.1.1. Thompson (1998)

2.1.1.1.1. Na interação face a face os indivíduos relacionam-se na aproximação e no intercâmbio de formas simbólicas em um ambiente físico compartilhado. O desenvolvimento dos meios de comunicação, segundo ele, veio oferecer novas formas de ação e novos tipos de relacionamentos sociais. A interação passa a dissociar-se, então, do ambiente físico, estendendo-se no espaço e proporcionando uma ação a distância.

2.1.1.2. Marshall Mcluhan (1969)

2.1.1.2.1. Trata da interação humana com os meios de comunicação de forma bastante inusitada. Para ele, o meio afeta o receptor, de acordo com as características que apresenta. [...] faz uma diferenciação entre meios quentes (como a fotografia e o rádio) e meios frios (como a charge, a televisão e o telefone). Os primeiros exigem pouca “participação”, enquanto os últimos requerem alta “participação” da audiência. “Um meio quente permite menos participação do que um frio: uma conferência envolve menos do que um seminário, e um livro menos do que um diálogo” (p. 39). (p. 22 Primo)

2.1.1.3. Enzensberger (1970)

2.1.1.3.1. Advoga pela possibilidade de influência recíproca entre os ditos emissores e receptores, denunciava que: a diferenciação técnica entre emissor e receptor reflete a divisão social do trabalho entre produtores e consumidores, divisão esta que adquire uma significação política especial no campo da indústria da consciência. Em última análise, ela está baseada na contradição essencial entre as classes dominantes e as dominadas (isto é, entre o capital e a burocracia monopolistas de um lado, e as massas dependentes do outro). (p. 22 Primo)

2.2. A BUSCA PELA TV INTERATIVA

2.2.1. ENFOQUES TRADICIONAIS DE PRODUÇÃO, TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO

2.2.1.1. SISTEMAS REATIVOS

2.2.1.1.1. PRÉ-DETERMINADO

2.2.1.1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

2.2.1.2. SISTEMAS INTERATIVOS DA COMUNICAÇÃO (THOMPSON)

2.2.1.2.1. INTERAÇÃO MEDIADA

2.2.1.2.2. INTERAÇÃO QUASE MEDIADA

2.2.1.2.3. INTERAÇÃO FACE A FACE

2.3. VISÕES TECNICISTA E MERCADOLÓGICA DO CONCEITO "INTERATIVIDADE"

2.3.1. FOCADA EM HARDWARE E SOFTWARE

2.3.2. TAUTISTA

3. 3. ABORDAGEM SISTÊMICO-RELACIONAL

3.1. Diferenças ontológicas entre máquinas e seres vivos

3.1.1. Alopoiese

3.1.2. Autopoiese

3.2. Perspectiva sistêmica-relacional

3.2.1. Totalidades integradas

3.2.2. O conhecer como relação - Dewey e Bentley

3.2.2.1. Ação Própria

3.2.2.2. Inter-ação

3.2.2.3. Trans-ação

3.2.3. Relação dinâmica entre os participantes se caracteriza pela recursividade (em busca da equilibração)

3.2.4. Conflito - Impacto nas interações

3.3. Tipos interativos: Interação Mútua e Interação Reativa.

3.3.1. Características: primárias ( reciprocidade, recorrência e sincronia) e secundárias (confiança, compromisso, intimidade)

3.4. Produção e Navegação Hipertextual quanto à interação produzida

3.4.1. Potencial

3.4.2. Cooperativo

3.4.3. Colagem

4. 4. EDUCAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR

4.1. Distinção

4.1.1. Ensino X Educação

4.1.2. Informação e Conhecimento

4.1.3. Professor e aluno: interagentes na construção do saber na interação

4.2. Diálogo entre Piaget e Freire

4.2.1. Ampliação dos esquemas de ação do sujeito

4.2.2. "Equilibração Majorante" - processo dinâmico de desequilíbrios e reequilíbrios

4.2.3. Educação Libertadora/"Existir é modificar o mundo" - Relação Recursiva

4.3. Demo - Crítica à Informática Educativa

4.3.1. Professor Aprendiz

4.4. Valente

4.4.1. Melhorias contínuas

4.5. Palloff e Pratt

4.5.1. Aluno colaborativo

4.6. Relações Interpessoais - fundamento do processo educativo - aprendizagem como fruto

4.7. Avaliando Ambiente de Educação a Distância

5. 5. CONCLUSÕES TEMPORÁRIAS

5.1. Cenário do ciberespaço e das relações pessoais

5.1.1. Conflito e Cooperação

5.1.1.1. Reações possíveis/Possibilidades de estímulo e ação nos processos de interação

5.1.2. Valorização da complexidade das relações

5.1.3. Que ferramenta e serviços digitais poderão ser realizadas para fomentar uma interação mútua?

5.2. Tudo leva à interação mútua

5.2.1. Toda ação de um interagente é sobre o tudo e sobre o todo

5.2.2. Expansão do alcance do olhar : interagente e interação mediada por computador

5.2.3. Proposta de educação construtivista e problematizadora

6. 1. INTRODUÇÃO

6.1. Como se pode avaliar a interação em ambientes educacionais mediados pelo computador?

6.2. Quais suas características e que impacto tem na EaD?

6.3. Quais são os tipos básicos de interação mediada por computador?

6.4. É possível pensar tecnologia sem interação?

7. Refletir sobre:

7.1. INTERAÇÃO NÃO SE FAZ SOZINHO.

7.2. COMUNICAR NÃO É TRANSMITIR.

7.3. APRENDER NÃO É RECEBER.

7.4. EDUCAR É INTERVIR NO MUNDO.

7.5. COMPREENDER DEPENDE DE FAZER.

8. DISCUSSÃO HIPOTÉTICA ENTRE UM PROFESSOR DE TECNOLOGIA E UM PROFISSIONAL DO IUB