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Ancilostomíase by Mind Map: Ancilostomíase

1. Necator americanus

1.1. Morfologia

1.1.1. Forma cilíndrica e extremidade cefálica bem recurvada dorsalmente

1.1.2. Cápsula bucal com duas lâminas semilunares na margem interna

1.1.3. Ao fundo da cápsula bucal há um dente longo em cone sustentado por placa subdorsal e duas lancetas

1.1.4. Fêmea maior que o macho, porém são os menores de sua espécie

1.2. Órgãos e sistema reprodutor

1.2.1. Macho com bolsa copuladora bem desenvolvida, com lobo dorsal simátrico aos dois laterais; gubernáculo ausente

1.2.2. Fêmea possui abertura genital próxima ao terço anterior do corpo, extremidade posterior afiliada sem processo espiniforme terminal, ânus ao final da cauda

1.3. Ciclo biológico

1.3.1. Após eclosão do ovo, L1 é o primeiro estágio da larva, sendo rabtóide (não infecciosa), necissita de ambiente com alta temperatura e boa umidade

1.3.2. A L2 também é rabtóide, troca de cutícula e se alimenta de microorganismos

1.3.3. L3 é fase em que ela se torna filarióide, sendo infectante, a mesma não se alimenta por possuir cutícula externa

1.3.4. Após estar em um hospedeiro e cumprir seu ciclo inicial, na fase de migração pelo pulmão, se torna L4. Quando é por via oral, a larva troca de cutícula no estômago

1.3.5. Cerca de 15 dias após a infecção, a larva se fixa na mucosa intestinal e passa a ser L5

1.4. Transmissão

1.4.1. Penetração cutânea, em contato com a pele humana as larvas penetram

1.5. Patogenia e patologia

1.5.1. O parasito entre em contato com o hospedeiro de forma cutânea, e busca uma circulação sanguínea ou linfática, segue para o coração; os pulmões e por fim o intestino onde terminam sua maturação e sua reprodução

1.5.2. Inicialmente causa prurido na região infectada, acompanhado de um eritema edematoso ou de erupção pápulo-vesiculosa

1.5.3. Entre sinais e sintomas primários estão: dor epigástrica, diminuição de apetite, náuseas vômitos, flatulências, diarréia sanguinolenta e em alguns casos constipação

1.5.4. Sinais e sintomas secundários: anemia, hipoproteinemia

1.5.5. Se o parasito se encontra no ciclo pulmonar, pode ocorrer síndrome de Loeffer

1.5.6. Também há presença de lesões mecânicas, evidentes por inflamações no tecido intestinal

1.6. Diagnóstico

1.6.1. O diagnóstico epidemiológico é feito por meio do quadro geral da população, já o clinico por meio de anamnese e associação de sintomas. Para certeza são feitos exames, entre eles método de sedimentação com ou sem centrífuga, flutuação, copocultura e testes imunológicos/sorológicos

1.7. Tratamento

1.7.1. Uso de vermífugos à base de pirimidinas (pomoato de pirantel) e benzimidazóis (mebendazol e albendazol). Dependendo da situação o paciente deve receber suplementação alimentar

1.8. Epidemiologia

1.8.1. Na África ao sul do Saara, nas Américas, no sul da Índia e da China, no Sudeste Asiático,Pacífico, Indonésia e Austrália

1.9. Medidas profiláticas

1.9.1. Engenharia sanitária, educação sanitária, uso de calçados, suplementação alimentar de Ferro e proteínas

2. Ancylostoma duodenale

2.1. Morfologia

2.1.1. Fêmeas maiores que os machos

2.1.2. Extremidade anterior curvada dorsalmente

2.1.3. Cápsula bucal profunda, dois pares de dentes ventrais na margem interna da boca e um par de lancetas subventrais ao fundo

2.1.4. Cor róseo-avermelhada

2.2. Órgãos e sistema reprodutor

2.2.1. Machos com bolsa copuladora bem desenvolvida e gubernáculo evidente

2.2.2. Fêmeas com abertura genital no terço posterior, extremidade posterior afiliada, pequeno processo espiniforme terminal e ânus próximo ao final da cauda

2.3. Ciclo biológico

2.3.1. Após eclosão do ovo, L1 é o primeiro estágio da larva, sendo rabtóide (não infecciosa), necissita de ambiente com alta temperatura e boa umidade

2.3.2. A L2 também é rabtóide, troca de cutícula e se alimenta de microorganismos

2.3.3. L3 é fase em que ela se torna filarióide, sendo infectante, a mesma não se alimenta por possuir cutícula externa

2.3.4. Após estar em um hospedeiro e cumprir seu ciclo inicial, na fase de migração pelo pulmão, se torna L4. Quando é por via oral, a larva troca de cutícula no estômago

2.3.5. Cerca de 15 dias após a infecção, a larva se fixa na mucosa intestinal e passa a ser L5

2.4. Transmissão

2.4.1. Via oral, por meio de alimentos contaminados ou penetração cutânea, em contato com a pele humana as larvas penetram

2.5. Patogenia e patologia

2.5.1. As larvas são ingeridas por meio de alimentos ou água contaminada, seguem para o tubo digestivo onde terminam e completam sua evolução

2.5.2. O parasito entre em contato com o hospedeiro de forma cutânea, e busca uma circulação sanguínea ou linfática, segue para o coração; os pulmões e por fim o intestino onde terminam sua maturação e sua reprodução

2.5.3. Inicialmente causa prurido na região infectada, acompanhado de um eritema edematoso ou de erupção pápulo-vesiculosa

2.5.4. Entre sinais e sintomas primários estão: dor epigástrica, diminuição de apetite, náuseas vômitos, flatulências, diarréia sanguinolenta e em alguns casos constipação

2.5.5. Sinais e sintomas secundários: anemia, hipoproteinemia

2.5.6. Se o parasito se encontra no ciclo pulmonar, pode ocorrer síndrome de Loeffer

2.5.7. Também há presença de lesões mecânicas, evidentes por inflamações no tecido intestinal

2.6. Diagnóstico

2.6.1. O diagnóstico epidemiológico é feito por meio do quadro geral da população, já o clinico por meio de anamnese e associação de sintomas. Para certeza são feitos exames, entre eles método de sedimentação com ou sem centrífuga, flutuação, copocultura e testes imunológicos/sorológicos

2.7. Tratamento

2.7.1. Vermífugos à base de pirimidinas (pomoato de pirantel) e benzimidazóis (mebendazol e albendazol). Dependendo da situação o paciente deve receber suplementação alimentar

2.8. Epidemiologia

2.8.1. Na bacia do Mediterrâneo, na Europa, na Ásia Ocidental, norte da Índia, da China e do Japão

2.9. Medidas profiláticas

2.9.1. Engenharia sanitária, educação sanitária, uso de calçados, suplementação alimentar de Ferro e proteínas

3. A família ancylostomidae vem do Filo Nematoda, dentre seus agentes etiológicos, os que possuem hospedeiro definitivo sendo humano são Necator americanus e Ancylostoma duodenale

4. Curso Biomedicina USF - Swift Giovanna Blazutti - RA 004201904040 Luiza Motta - RA 004201901408 Ketelyn Nunes - RA 004201902472