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DHEG by Mind Map: DHEG

1. S

2. DEFINIÇÃO

2.1. TERMO GENÉRICO QUE SE REFERE A HIPERTENSÃO NA SEGUNDA METADE DA GESTAÇÃO

2.2. DOENÇA GESTACIONAL DE MAIOR MORTALIDADE

3. CLASSIFICAÇÃO

3.1. HIPERTENSÃO GESTACIONAL

3.1.1. PACIENTE NÃO ERA PREVIAMENTE HIPERTENSA

3.1.2. PA > OU IGUAL A 140X90 SEM PROTEINÚRIA

3.1.3. RETORNA AO NORMAL APÓS 12 SEMANAS PÓS PARTO.

3.1.4. SE PERSISTIR É HIPERTENSÃO CRONICA, NÃO MAIS GESTACIONAL.

3.2. PRÉ- ECALMPSIA

3.2.1. APARECIMENTO APÓS A 20ª SEMANA DE GESTAÇÃO

3.2.2. HIPERTENSÃO + PROTEINÚRIA

3.2.2.1. PA> 140X90

3.2.2.2. TEM QUE TER PROTEINÚRIA MAIOR QUE 300MG NA URINA DE 24H OU 1+ NA FITA.

3.2.2.2.1. AS VEZES A GRÁVIDA PODE TER PROTEINÚRIA EM VALORES BEM MENORES QUE ESSES, PORÉM É FISIOLÓGICO DEVIDO Á ALTA TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR. ASSIM COMO ACONTECE COM A GLICOSÚRIA.

3.3. ECLAMPSIA

3.3.1. PRÉ-ECLAMPSIA + CONVULSÃO

3.3.1.1. QUANDO NÃO HÁ PATOLOGIAS ASSOCIADAS( EPILEPSIA, TUMOR CEREBRAL, NEUROCISTICERCOSE, HEMORRAGIA INTRACRANIANA)

3.4. PRÉ- ECLAMPSIA SUPERAJUNTADA OU SOBREPOSTA

3.4.1. PACIENTE TINHA HAS CRONICA + PROTEINÚRIA APÓS 20ªSEMANA

3.4.2. OU

3.4.3. HAS CRONICA PRÉVIA+ AUMENTO DE PA SÚBITO

3.4.4. OU

3.4.5. AUMENTO DE PROTEINÚRIA JÁ EXISTENTE ANTES DA GRAVIDEZ

3.4.6. OU

3.4.7. DESENVOLVIMENTO DE PLAQUETOPENIA

3.5. HIPERTENSÃO CRONICA

3.5.1. JÁ ERA HIPERTENSA ANTES DA GESTAÇÃO

3.5.2. OU

3.5.3. DESENVOLVEU NA GESTAÇÃO E PERSISTIU ALÉM DE 12 SEMANAS PÓS- PARTO.

3.5.3.1. COMO AFERIR A PA DESSAS PACIENTES?

3.5.3.1.1. EM REPOUSO, NO BRAÇO DIRETO E EM DECÚBITO LATERAL ESQUERDO

4. FATORES DE RISCO

4.1. PRIMIPARIDADE

4.2. < 18 ANOS E > 35 ANOS

4.3. RAÇA NEGRA

4.4. TROCA DE PARCEIRO

4.5. GRAVIDEZ GEMELAR

4.6. GESTAÇÃO MOLAR

4.6.1. A MOLA HIDATIFORME É UMA CONDIÇÃO QUE PODE GERAR O AUMENTO DA HAS ANTES DA 20ª SEMANA

4.7. PRÉ-ECLAMPSIA EM GESTA ANTERIOR

4.8. HISTÓRIA FAMILIAR DE PRÉ-ECLAMPSIA

4.9. LES

4.10. DOENÇA RENAL CRONICA

4.11. DIABETES MELLITUS

4.12. DOENÇA VASCULAR HIPERTENSIVA CRONICA.

4.12.1. FATOR DE RISCO ISOLADO PARA PRÉ-ECLAMPSIA

5. FISIOPATOLOGIA

5.1. LESÃO ENDOTELIAL, VASOESPASMO E ISQUEMIA, FENOMENOS TROMBOEMBÓLICOS

5.1.1. HIPÓTESES FISIOPATOLÓGICAS

5.1.1.1. INVASÃO TROFOBLÁSTICA ANORMAL

5.1.1.1.1. MÁ ADAPTAÇÃO ENTRE A PLACENTA E A CIRCULAÇÃO UTERINA.

5.1.1.1.2. AUSÊNCIA DA DESTRUIÇÃO DA CAMADA MUSCULAR DAS ARTERÍOLAS

5.1.1.2. FATORES IMUNOLÓGICOS

5.1.1.2.1. MULHERES COM PRÉ-ECLAMPSIA TERIAM MENOS LINFÓCITOS TH1 E MAIS TH2, O QUE LEVARIA A UMA IMPLANTAÇÃO TROFOBLÁSTICA ANORMAL

5.1.1.2.2. O QUE EXPLICARIA A MAIOR INCIDÊNCIA EM PRIMÍPARAS E EM MULHERES QUE MUDARAM DE PARCEIRO RECENTEMENTE

5.1.1.2.3. "ANTÍGENO NOVO"

5.1.1.3. VASCULOPATIAS E ALTERAÇÕES INFLAMATÓRIAS

5.1.1.3.1. AS ALTERAÇÕES PLACENTÁRIAS LIBERAM FATORES INFLAMATÓRIOS( CITOCINAS, LEUCÓCITOS E INTERLEUCINAS) DEVIDO Á ISQUEMIA

5.1.1.4. FATORES NUTRICIONAIS

5.1.1.4.1. OBESIDADE E GANHO DE PESO NA GESTAÇÃO SÃO FATORES DE RISCO

5.1.1.4.2. SERÁ QUE A BAIXA INGESTA DE ACIDO ASCÓRBICO INDUZ A PRÉ-ECLAMPSIA?

5.2. PATOGÊNIA

5.2.1. O DANO ENDOTELIAL PROVOCA EXTRAVASAMENTO DE CONSTITUINTES DO SANGUE UM DEPOSITO DE PLAQUETAS NO ENDOTÉLIO

5.2.1.1. VASOESPASMO

5.2.1.1.1. PROSTACICLINA( VASODILATADOR)

5.2.1.1.2. ENZIMA QUE SINTETIZA ÓXIDO NÍTRICO OCORRENDO MAIS VASOESPASMO.

5.2.1.1.3. TROMBOXANO ( VASOCONSTRITOR)

5.2.1.1.4. SECREÇÃO DE ENDOTELINA 1 ( VASOCONSTRITOR)

5.2.1.2. ENDOTÉLIO LESADO É PRÓ COAGULANTE

5.2.1.2.1. TROMBOSE

5.2.1.2.2. HEMÓLISE

5.2.1.2.3. TROMBOCITOPENIA

5.2.2. REDUÇÃO DO FLUXO SANGUINEO (ISQUEMIA)

5.2.2.1. NECROSE

5.2.2.1.1. NECROSE HEPÁTICA( PERIPORTAL)

5.2.2.2. HEMORRAGIA

5.2.2.2.1. HEMORRAGIA SUBCAPSULAR HEPÁTICA,

5.2.2.2.2. AVE HEMORRÁGICO

5.2.2.3. LESÃO DE ÓRGÃO ALVO

5.2.2.3.1. INFARTO RENAL

5.2.2.4. INFARTOS PLACENTÁRIOS

5.2.2.4.1. HIPÓXIA FETAL

6. PREVENÇÃO

6.1. COMO PREVER?

6.1.1. DOPPLER COM OXIMETRIA POSITIVO NO PRIMEIRO TRIMESTRE

6.1.2. GANHO DE PESO, HIPEURICMEIA,, AUMENTO DA FIBRENECTINA, NÃO TEM VALOR PREDITIVO MUITO BOM

6.2. COMO PREVINIR?

6.2.1. INGESTA DE SÓDIO

6.2.2. INGESTA DE CÁLCIO

6.2.3. USO DE ANTIOXIDANTES

6.2.4. AAS EM BAIXAS DOSES

6.2.4.1. PACIENTES COM HAS CRONICA, DOENÇA RENAL, CUJA DOPPLER DEU POSITIVO NO PRIMEIRO TRIMESTRE

6.2.4.2. DIMINUI O RISCO DE PRÉ-ECLAMPSIA

7. MANEJO

7.1. HIPERTENSÃO GESTACIONAL

7.1.1. INTENSIFICAR SEGUIMENTO

7.1.2. PESQUISAR CONTINUAMENTE PROTEINÚRIA

7.1.3. ANTI-HIPERTENSIVOS APENAS PARA PACIENTES COM PA > 160 X 110

7.1.4. REPOUSO

7.1.4.1. EVITAR ALTERAÇÕES DE PRESSÃO

7.2. HIPERTENSÃO CRÔNICA

7.2.1. INTENSIFICAR SEGUIMENTO

7.2.1.1. INVESTIGAR APARECIMENTO DE PRÉ-ECLAMPSIA

7.2.2. TROCAR ANTI-HIPERTENSIVO

7.2.2.1. NÃO UTILIZAR DIURÉTICOS, IECA OU BETABLOQUEADORES

7.2.2.2. SUBSTITUIR POR METILDOPA VO OU HIDRALAZIANA VO - AMBULATORIAL.

7.3. PRÉ-ECLAMPSIA

7.3.1. PRÉ-ECLAMPSIA LEVE

7.3.1.1. HAS+PROTEINÚRIA

7.3.1.1.1. REPOUSO

7.3.1.1.2. AFERIR PA FREQUENTEMENTE

7.3.1.1.3. ORIENTAR SINTOMAS DE GRAVIDEZ

7.3.1.1.4. AVALIAR ESTADO GERAL DO FETO

7.3.1.1.5. AVALIAR PROTEINÚRIA

7.3.2. PRÉ-ECLAMPSIA GRAVE ( COM LESÃO DE ÓRGÃO ALVO)

7.3.2.1. OBSERVAR SINAIS DE GRAVIDADE

7.3.2.1.1. PA> 160 X 110

7.3.2.1.2. ESCOTOMAS

7.3.2.1.3. CEFALEIA

7.3.2.1.4. PROTEINÚRIA MACIÇA > 2G EM 24H

7.3.2.1.5. OLIGÚRIA

7.3.2.1.6. EDEMA AGUDO DE PULMÃO

7.3.2.1.7. PLAQUETOPENIA <100.000

7.3.2.1.8. ENZIMAS HEPÁTICAS

7.3.2.1.9. BILIRRUBINAS

7.3.2.1.10. PRESENÇA DE ESQUIZÓCITOS NO SANGUE PERIFÉRICO = HEMÓLISE

7.3.2.1.11. FETO CIUR OU COM OLIGAMNIO

7.3.2.2. INTERNAÇÃO

7.3.2.3. OBSERVAÇÃO E MONITORIZAÇÃO

7.3.2.3.1. PA, FC, REFLEXO TENDÍNEO,

7.3.2.3.2. AVALIAR DÉBITO URINÁRIO

7.3.2.4. EVITAR INFUSÃO DE LÍQUIDOS

7.3.2.4.1. QUEDA DA PRESSÃO OSMOTICA

7.3.2.5. AVALIAR ESTADO GERAL DO FETO

7.3.2.6. AJUSTAR A PA

7.3.2.6.1. PODE-SE USAR:

7.3.2.7. INICIAR MEDICAÇÕES PARA PREVINIR OU TRATAR CRISE CONVULSIVA

7.3.2.7.1. INICIAR SULFATO DE MAGNÉSIO

7.3.2.7.2. NÃO PRESCREVER ANTICONVULSIVANTES !!!!

7.3.3. SINDROME DE HELLP

7.3.3.1. ENZIMAS HEPÁTICAS + PLAQUETOPENIA+ HEMÓLISE

7.3.3.1.1. TRATA IGUAL PRÉ-ECLAMPSIA GRAVE

7.4. ECLAMPSIA

7.4.1. PACIENTE CONVULSIONANDO

7.4.1.1. ASPIRAR SECREÇÕES

7.4.1.2. OXIGÊNIO

7.4.1.3. ACESSO PERIFÉRICO

7.4.1.3.1. PARA REALIZAR MEDICAÇÕES

7.4.1.4. COLHER AMOSTRA DE SANGUE E URINA

7.4.1.4.1. AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS

7.4.1.5. DECÚBITO LATERAL

7.4.1.5.1. FACILITAR RETORNO VENOSO

7.4.1.6. SULFATO DE MAGNÉSIO

7.4.1.6.1. AVALIAR DIURÉSE

7.4.1.7. POR FIM INTERRUPÇÃO DA GESTAÇÃO